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Vila Nova de Famalicão

BE DE FAMALICÃO QUER SABER PORQUE FORAM RETIRADOS OS AZULEJOS

2018-05-15

Património

Texto:
Paulo Silva

Fotografia de:
António Freitas




Bloquistas famalicenses alegam destruição do património. CM fala em questões de segurança e restauro.

Em causa está a remoção de azulejos, de valor histórico, da fachada da Casa do Senador Sousa Fernandes, situada na Rua Adriano Pinto Basto. Os trabalhos decorreram durante a tarde de sexta feira, dia 11.


Numa nota de imprensa, Adelino Mota, coordenador do BE de Famalicão, veio a público questionar os motivos que levaram a Câmara Municipal a remover os azulejos oitocentistas, quais os métodos utilizados durante a retirada e onde foram depositados. O destino que lhes irá ser dado é outro ponto que os bloquistas querem ver esclarecido. Num ambito mais alargado, Adelino Mota interroga também quais as intenções do projeto e se irá ser efetuada uma classificação adequada a esta e a outras construções similares.


A resposta não se fez esperar e a retirada dos azulejos deveu-se a questões de segurança, uma vez que os objetos de cerâmica estavam a cair para a via pública. Em comunicado, a Câmara Municipal acrescentou que os azulejos foram guardados para posterior recolocação e que a preservação da Casa e sua fachada estavam asseguradas, dada a relevância do imóvel como património cultural do concelho. A CM esclareceu ainda que, no âmbito da delimitação da Área de Reabilitação Urbana de Famalicão (ARU) de Vila Nova de Famalicão, o Município tem incentivado e ajudado os proprietários de edifícios, situados dentro desta área, a recorrerem ao IFRRU 2020, um instrumento financeiro destinado a apoiar investimentos em requalificação.


A Casa do Senador e antigo autarca Sousa Fernandes foi, em diferentes momentos, referenciada pelo seu valor para o património histórico e cultural. Em 1983, a ASPA (Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural) requereu a classificação de interesse público. Em 2010, no centenário da 1ª República, a Autarquia englobou o edifício, num conjunto de doze, ao qual designou Casas dos Republicanos Famalicenses.






Vila Nova de Famalicão

BE DE FAMALICÃO QUER SABER PORQUE FORAM RETIRADOS OS AZULEJOS

2018-05-15

Património

Texto:
Paulo Silva

Fotografia de:
António Freitas




Bloquistas famalicenses alegam destruição do património. CM fala em questões de segurança e restauro.

Em causa está a remoção de azulejos, de valor histórico, da fachada da Casa do Senador Sousa Fernandes, situada na Rua Adriano Pinto Basto. Os trabalhos decorreram durante a tarde de sexta feira, dia 11.


Numa nota de imprensa, Adelino Mota, coordenador do BE de Famalicão, veio a público questionar os motivos que levaram a Câmara Municipal a remover os azulejos oitocentistas, quais os métodos utilizados durante a retirada e onde foram depositados. O destino que lhes irá ser dado é outro ponto que os bloquistas querem ver esclarecido. Num ambito mais alargado, Adelino Mota interroga também quais as intenções do projeto e se irá ser efetuada uma classificação adequada a esta e a outras construções similares.


A resposta não se fez esperar e a retirada dos azulejos deveu-se a questões de segurança, uma vez que os objetos de cerâmica estavam a cair para a via pública. Em comunicado, a Câmara Municipal acrescentou que os azulejos foram guardados para posterior recolocação e que a preservação da Casa e sua fachada estavam asseguradas, dada a relevância do imóvel como património cultural do concelho. A CM esclareceu ainda que, no âmbito da delimitação da Área de Reabilitação Urbana de Famalicão (ARU) de Vila Nova de Famalicão, o Município tem incentivado e ajudado os proprietários de edifícios, situados dentro desta área, a recorrerem ao IFRRU 2020, um instrumento financeiro destinado a apoiar investimentos em requalificação.


A Casa do Senador e antigo autarca Sousa Fernandes foi, em diferentes momentos, referenciada pelo seu valor para o património histórico e cultural. Em 1983, a ASPA (Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural) requereu a classificação de interesse público. Em 2010, no centenário da 1ª República, a Autarquia englobou o edifício, num conjunto de doze, ao qual designou Casas dos Republicanos Famalicenses.