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Vila Nova de Famalicão

Câmara e AEP estreitam relação para ajudar empresas de Famalicão

2018-05-25

Economia

Texto:
José Agostinho

Fotografia de:
CMVNF




Paulo Cunha e Paulo Nunes de Almeida assinaram protocolo “ao serviço do desenvolvimento económico e do progresso” das empresas e do concelho

As pequenas e médias empresas de Vila Nova de Famalicão têm uma nova janela de oportunidade para alargarem a sua base exportadora. O protocolo que o Município de Vila Nova de Famalicão e a Associação Empresarial de Portugal – AEP celebraram ontem, 24 de maio, na Casa do Território, vem facilitar o acesso de empresas famalicenses às dinâmicas e projetos de apoio à internacionalização desenvolvidas pela AEP, com benefícios vários como, entre outros, a concessão de 75% de desconto nas despesas não comparticipadas para participação nas missões empresariais e feiras internacionais organizadas por esta associação empresarial e o acesso prioritário ao programa Capitalizar, que contribui para melhorar as condições de acesso ao financiamento e promover estruturas financeiras mais equilibradas nas empresas.

O acordo foi celebrado entre o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e o Presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida, na presença de um grupo de empresários famalicenses que estão a desenvolver projetos de alargamento dos seus negócios a novos mercados internacionais.

Para Paulo Cunha “todas as ferramentas que têm por missão criar um aumento das exportações do concelho são instrumentos ao serviço do desenvolvimento económico e do progresso porque exportando-se mais vai produzir-se mais e, com isso, empregar mais e com melhores salários”. Por isso, diz, “Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para que as nossas empresas cheguem mais longe para que possamos ter um concelho melhor.”

O autarca realçou a importância desta parceria concreta com a AEP, “uma instituição reconhecida ao nível nacional e internacional”“Estarmos com eles é um sinal de credibilidade para as políticas municipais, e para as empresas é um sinal inequívoco de que estamos a abrir portas reais no que diz respeito à abordagem internacional”.

“Estamos a criar condições para que as empresas do concelho se possam articular de uma forma mais estreita e célere com aquilo que são os serviços que a AEP presta ao tecido empresarial”, disse Paulo Nunes de Almeida, falando no “grande ativo que é estarmos juntos - associações  empresariais, autarquias e empresas – na partilha de informação e ferramentas capazes de responder a um mercado que é altamente dinâmico”.

Para além da facilitação do acesso das empresas famalicenses aos mercados internacionais o protocolo tem uma importância acrescida ao prever a receção em Famalicão de missões inversas, trazendo até ao território empresas estrageiras para conhecerem a realidade de Vila Nova de Famalicão e a realidade das suas empresas.

Destaque igualmente para o trabalho programado ao nível da colaboração para a identificação e mapeamento das áreas empresariais, nas suas diferentes tipologias, bem como a sua caracterização ao nível de indicadores económicos e territoriais e ao nível da caracterização do tecido empresarial.



Vila Nova de Famalicão

Câmara e AEP estreitam relação para ajudar empresas de Famalicão

2018-05-25

Economia

Texto:
José Agostinho

Fotografia de:
CMVNF




Paulo Cunha e Paulo Nunes de Almeida assinaram protocolo “ao serviço do desenvolvimento económico e do progresso” das empresas e do concelho

As pequenas e médias empresas de Vila Nova de Famalicão têm uma nova janela de oportunidade para alargarem a sua base exportadora. O protocolo que o Município de Vila Nova de Famalicão e a Associação Empresarial de Portugal – AEP celebraram ontem, 24 de maio, na Casa do Território, vem facilitar o acesso de empresas famalicenses às dinâmicas e projetos de apoio à internacionalização desenvolvidas pela AEP, com benefícios vários como, entre outros, a concessão de 75% de desconto nas despesas não comparticipadas para participação nas missões empresariais e feiras internacionais organizadas por esta associação empresarial e o acesso prioritário ao programa Capitalizar, que contribui para melhorar as condições de acesso ao financiamento e promover estruturas financeiras mais equilibradas nas empresas.

O acordo foi celebrado entre o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e o Presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida, na presença de um grupo de empresários famalicenses que estão a desenvolver projetos de alargamento dos seus negócios a novos mercados internacionais.

Para Paulo Cunha “todas as ferramentas que têm por missão criar um aumento das exportações do concelho são instrumentos ao serviço do desenvolvimento económico e do progresso porque exportando-se mais vai produzir-se mais e, com isso, empregar mais e com melhores salários”. Por isso, diz, “Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para que as nossas empresas cheguem mais longe para que possamos ter um concelho melhor.”

O autarca realçou a importância desta parceria concreta com a AEP, “uma instituição reconhecida ao nível nacional e internacional”“Estarmos com eles é um sinal de credibilidade para as políticas municipais, e para as empresas é um sinal inequívoco de que estamos a abrir portas reais no que diz respeito à abordagem internacional”.

“Estamos a criar condições para que as empresas do concelho se possam articular de uma forma mais estreita e célere com aquilo que são os serviços que a AEP presta ao tecido empresarial”, disse Paulo Nunes de Almeida, falando no “grande ativo que é estarmos juntos - associações  empresariais, autarquias e empresas – na partilha de informação e ferramentas capazes de responder a um mercado que é altamente dinâmico”.

Para além da facilitação do acesso das empresas famalicenses aos mercados internacionais o protocolo tem uma importância acrescida ao prever a receção em Famalicão de missões inversas, trazendo até ao território empresas estrageiras para conhecerem a realidade de Vila Nova de Famalicão e a realidade das suas empresas.

Destaque igualmente para o trabalho programado ao nível da colaboração para a identificação e mapeamento das áreas empresariais, nas suas diferentes tipologias, bem como a sua caracterização ao nível de indicadores económicos e territoriais e ao nível da caracterização do tecido empresarial.