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Em Destaque
Gondifelos

Órgão Histórico de Gondifelos foi inaugurado este domingo

2021-07-13

Atualidade

Texto:
Paulo Silva

Fotografia de:
Pedro Couto




Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, num dia que fica marcado pela remodelação do Órgão de Tubos da paróquia.

Acerimónia que marcou a inauguração do restauro do órgão histórico da Igreja Paroquial de Gondifelos decorreu este domingo, dia 11 de julho, pelas 15h. A eucaristia foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e seguiu-se de um concerto com órgão e canto protagonizados pelo organista Daniel Oliveira e pela cantora lírica Nathalie D’Ormano.

O restauro deste órgão, construído pelo organeiro Augusto Joaquim Claro, por volta do ano de 1904/5, teve o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Gondifelos. O restauro do órgão de Gondifelos contou com um investimento de 75mil euros e foi efetuado pela empresa JMS Organaria, uma empresa com sede em Sequeirô, Santo Tirso especializada na construção de tubos de palheta para órgãos e no restauro de instrumentos histórias. Esta mesma empresa foi também responsável pela restauração de mais três órgãos no concelho de Famalicão, entre eles, o de Ribeirão, de Telhado e Gondifelos.

A importância do investimento no património e da preservação da tradição foram realçados pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga: “É por isso que mais uma vez aproveito esta circunstância para vos dar os parabéns pelo simples facto de voltar a dar vida a este órgão. A um órgão que já deu oportunidade para que durante décadas aqui se louvasse ao senhor. É bom que sejais fieis a esta tradição.”

O Arcebispo comparou também o funcionamento de um órgão com o da própria comunidade, que, como explicou, deve reger-se com harmonia: “Podemos tirar daqui uma lição. A comunidade também é um órgão vivo, com muitos tubos, e é maravilhosa se cada um dos seus membros for capaz de tocar com aquela qualidade e a nota que tem”.

Já o pároco Vítor Ribeiro realçou “o dia tão importante que é para Gondifelos” marcado pela inauguração do restauro de uma “peça histórica da arte organaria portuguesa do início do século XX”. De olhos postos já no futuro, o pároco revelou já que esta intervenção vai proporcionar a inclusão em novas iniciativas: “A paróquia de Gondifelos irá acolher um concerto do Festival Internacional de Órgão no dia 30 de outubro. Este restauro permite outras capacidades e atividades e por isso também vamos ficar incluídos neste programa”.

O Vereador da Educação, Conhecimento e Cultura, Leonel Rocha, começou por parabenizar a comunidade de Gondifelos e demonstrou a satisfação por parte do município em poder ver terminado mais uma intervenção num órgão histórico, que como referiu, “faz parte integrante do património” de Vila Nova de Famalicão. Este processo de restauro a órgãos é de extrema importância pois “leva o nome de Famalicão mais longe por ser um concelho que se tem evidenciado precisamente no restauro destes órgãos”.

Leonel Rocha mencionou e relacionou também os dois conceitos de “culto e cultura”: “A raiz da palavra é a mesma e vem no sentido de nos elevar o espirito”. Dentro desta premissa, a música surge como uma forma de “humanizar e crescer enquanto pessoas. Portanto a música através de um órgão, que é também conhecido como o instrumento mais completo e mais sublime, certamente nos ajudará a crescer enquanto pessoas e enquanto comunidade”, concluiu.



Gondifelos

Órgão Histórico de Gondifelos foi inaugurado este domingo

2021-07-13

Atualidade

Texto:
Paulo Silva

Fotografia de:
Pedro Couto




Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, num dia que fica marcado pela remodelação do Órgão de Tubos da paróquia.

Acerimónia que marcou a inauguração do restauro do órgão histórico da Igreja Paroquial de Gondifelos decorreu este domingo, dia 11 de julho, pelas 15h. A eucaristia foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e seguiu-se de um concerto com órgão e canto protagonizados pelo organista Daniel Oliveira e pela cantora lírica Nathalie D’Ormano.

O restauro deste órgão, construído pelo organeiro Augusto Joaquim Claro, por volta do ano de 1904/5, teve o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Gondifelos. O restauro do órgão de Gondifelos contou com um investimento de 75mil euros e foi efetuado pela empresa JMS Organaria, uma empresa com sede em Sequeirô, Santo Tirso especializada na construção de tubos de palheta para órgãos e no restauro de instrumentos histórias. Esta mesma empresa foi também responsável pela restauração de mais três órgãos no concelho de Famalicão, entre eles, o de Ribeirão, de Telhado e Gondifelos.

A importância do investimento no património e da preservação da tradição foram realçados pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga: “É por isso que mais uma vez aproveito esta circunstância para vos dar os parabéns pelo simples facto de voltar a dar vida a este órgão. A um órgão que já deu oportunidade para que durante décadas aqui se louvasse ao senhor. É bom que sejais fieis a esta tradição.”

O Arcebispo comparou também o funcionamento de um órgão com o da própria comunidade, que, como explicou, deve reger-se com harmonia: “Podemos tirar daqui uma lição. A comunidade também é um órgão vivo, com muitos tubos, e é maravilhosa se cada um dos seus membros for capaz de tocar com aquela qualidade e a nota que tem”.

Já o pároco Vítor Ribeiro realçou “o dia tão importante que é para Gondifelos” marcado pela inauguração do restauro de uma “peça histórica da arte organaria portuguesa do início do século XX”. De olhos postos já no futuro, o pároco revelou já que esta intervenção vai proporcionar a inclusão em novas iniciativas: “A paróquia de Gondifelos irá acolher um concerto do Festival Internacional de Órgão no dia 30 de outubro. Este restauro permite outras capacidades e atividades e por isso também vamos ficar incluídos neste programa”.

O Vereador da Educação, Conhecimento e Cultura, Leonel Rocha, começou por parabenizar a comunidade de Gondifelos e demonstrou a satisfação por parte do município em poder ver terminado mais uma intervenção num órgão histórico, que como referiu, “faz parte integrante do património” de Vila Nova de Famalicão. Este processo de restauro a órgãos é de extrema importância pois “leva o nome de Famalicão mais longe por ser um concelho que se tem evidenciado precisamente no restauro destes órgãos”.

Leonel Rocha mencionou e relacionou também os dois conceitos de “culto e cultura”: “A raiz da palavra é a mesma e vem no sentido de nos elevar o espirito”. Dentro desta premissa, a música surge como uma forma de “humanizar e crescer enquanto pessoas. Portanto a música através de um órgão, que é também conhecido como o instrumento mais completo e mais sublime, certamente nos ajudará a crescer enquanto pessoas e enquanto comunidade”, concluiu.